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Até os Comemos Carago

mês

janeiro 2016

«Enquanto fomos bons rapazes fomos sempre comidos»

Esta frase do saudoso José Maria Pedroto, encaixa que nem uma luva no momento atual do nosso clube.

Exibições à parte, o que mais incomoda nesta fase é o assobiar para o ar dos nossos dirigentes. Não sei se por terem rabos de palha, ou se a idade os tornou mansos, mas o certo é que nada fazemos para inverter o estado das coisas.

Não me vou alongar mais porque tudo aquilo que me vai na alma está muito bem dito aqui e aqui por dois excelentes bloggers e não conseguiria dizer melhor que os meus amigos Miguel e Imbicto.

A revolta cresce a cada dia que passa e sinceramente, cada vez mais me convenço que precisamos de mudar.

 

Foi para chatear?

Hoje fui surpreendido com a notícia de que dois jogadores do Marítimo tinham assinado pelo nosso clube.

São eles Marega e José Sá. Se em relação a Marega até dou algum crédito, visto ser um avançado possante e que nos jogos contra nós, nos tem feito a cabeça em água, já José Sá não percebo minimamente a intenção.

Neste momento temos Casillas e Helton donos e senhores dos lugares de titular e suplente respetivamente. Como terceira opção temos Raul Gudiño que é visto como opção de futuro, portanto, perceber onde encaixa José Sá neste xadrez não consigo perceber nem um bocadinho.

Casillas sairá para a próxima época? Talvez. Helton também? Acredito que sim. Mas e Gudiño? E, caso saiam estes dois irão apostar a dar a titularidade a um jovem? Desde Vítor Baía e em condições muito especiais que não vejo esse tipo de aposta em jovens portugueses. Mesmo que exista essa ideia de aposta (duvido muito), terá José Sá a qualidade suficiente para ser dono da nossa baliza? Pelo que tenho visto não me parece de todo.

Parece-me isso sim que esta contratação foi mesmo para chatear um determinado clube que estava prestes a garantir os dois jogadores em questão. E se foi por isso, é mais do mesmo. É “estourar” dinheiro em contratações sem nexo. Oxalá o tempo me contradiga, mas não auguro um grande futuro ao jovem internacional sub 21 português.

De que te ris Jorge Nuno?

Ontem, logo após o golo do Famalicão as câmaras da TVI apontam para a tribuna onde estava o marido da nossa “presidenta” a rir-se, todo bem disposto.

Como se costuma dizer: “À mulher de César não basta ser, também tem de parecer honesta” e o que vimos ontem foi um total desinteresse pelo estado dos adeptos e da equipa.

A competição não é importante? Não! Já estávamos praticamente eliminados da mesma? Sim! Perder com o 9º classificado da Liga de Honra não é desprestigiante? Claro que é! Perder não estava no nosso ADN. Fomos habituados a querer ganhar sempre. E quem nos habituou a isso foi precisamente o Sr. Jorge Nuno, nos tempos em que era Presidente e que se preocupava realmente com o clube e sofria connosco.

Algo mudou e para pior. Estou curioso para o ouvir logo à noite. Não é que espere nada de especial. Provavelmente será mais do mesmo. Será um velho ancião, sentado na sua poltrona real, borrifando-se para os sócios e adeptos, que quer queira, quer não, são quem dão alma ao clube. Podem não lhe trazer os milhões, mas trazem-lhe a alma, o coração, a paixão, coisas que a Doyen e afins não lhe trazem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Só para recordar!

Pesadelo!

Esta noite foi completamente surreal para mim.

Acordei eram 02:39h com o meu telefone fixo a tocar. Fiquei naturalmente preocupado, já que não são propriamente horas para se ligar a alguém. Atendo e desligam o mesmo.

Com o sobressalto do telefonema perdi o sono, então decido pegar no telemóvel e ver as notícias. A primeira que me aparece é a morte de Almeida Santos. Um grande político da nossa praça, um histórico do seu partido.

Logo de seguida leio aquela que me fez logo arrepender de ter decidido ir à net. José Peseiro praticamente certo no FC Porto. Nem queria acreditar. Peguei, abri as páginas desportivas e em todas elas o mesmo. O homem rescindiu com os árabes e vem treinar o meu(?) clube.

Quando tentei adormecer foi-me difícil confesso. Parecia que estava mergulhado num enorme pesadelo. De entre tantos nomes possíveis vem o Peseiro? O Peseiro? Quando era preciso mostrar que queríamos mudança voltamos a apostar no risco? O Peseiro Sr. Presidente? Anda a brincar com o Porto e com os seus sócios e simpatizantes? Desde quando é que deixamos de contar para si? O clube já não é nosso (adeptos)? É seu e da cambada de abutres que se alimentam à sua volta?

O Peseiro? O Peseiro? O homem até me pode fazer engolir estas palavras (oxalá), mas com toda a certeza não é uma boa escolha para o momento atual do clube. Precisávamos de alguém forte, que rompesse com o presente e que pudesse mudar o futuro, mas não, vamos ter mais do mesmo. Parafraseando o meu caro amigo Imbicto no seu mais uma vez brilhante artigo que pode ser lido aqui: “- Não sei para onde vão. O que sei, é que não mais quero ir convosco.”

Todas estas atitudes da nossa SAD, encabeçada pelo Presidente me fazem pensar se não andarei a abdicar de muita coisa por causa do meu clube.

Faço a minha família sair mais cedo de alguns sítios, porque quero ir ver o jogo. Outras vezes nem saio porque à hora que o FC Porto joga não vale a pena ir a lado nenhum. Como não gosto de ver o futebol enquanto janto, ou não me sento à mesa com a família ou peço para jantarmos todos mais cedo. Deixo a minha esposa com os dois pequenos (um deles ainda bem bébé) para me deslocar ao Dragão para os apoiar. Todos os meses religiosamente pago a minha assinatura à Sportv que basicamente só utilizo para ver o meu clube e um ou outro jogo de maior importância.

Para quê? Para os senhores se estarem a borrifar para os sócios? Para mostrarem uma vez mais o desdém que sentem por nós? Para meterem as filhas a trabalhar no nosso(?) canal televisivo?

VOCÊS SÃO UMA VERGONHA! UMA VERGONHA!

Demitam-se, ou pelo menos tenham a decência de não se recandidatarem.

Está na hora da mudança. Se existem alternativas que os tenham no sítio, avancem. Se calhar irão ficar surpreendidos com a votação que venham a ter. Podem não ganhar, mas com toda a certeza irão ganhar uma posição de força para o futuro e meter em sentido esta estrutura podre que temos atualmente.

Estou desiludido, muito desiludido. Nunca pensei ver o Porto, com Pinto da Costa a bater tão no fundo. O nosso Presidente passou de solução a problema e ele ainda não se apercebeu disso (ou se calhar já mas está “agarrado” ao lugar).

Escrevo isto ainda sem a confirmação oficial, mas parece-me que já é praticamente certo, só faltando mesmo a oficialização do ato, mas ainda com a esperança que, num assomo de dignidade, tudo isto ainda seja reversível ou que então eu ainda esteja no tal pesadelo em que me senti mergulhado esta noite e que, quando acordar, tudo isto não se tenha passado.

O oito e o oitenta!

Ontem em Guimarães provavelmente terá sido o canto do cisne em relação a toda e qualquer hipótese de conquista do título nacional esta época.

Temos de nos mentalizar. Iremos estar pelo 3º ano consecutivo a ver outros a vencê-lo, com a agravante que corremos o sério risco de nem o apuramento direto para a próxima edição da Liga dos Campeões conseguirmos.

Sobre o jogo pouco ou nada me apraz dizer. Perdemos, não jogamos como equipa, pouco ou nada fizemos para dar a volta aos acontecimentos. Curiosamente, este fim de semana todos os candidatos ao título começaram os seus jogos a perder, mas somente nós não fomos capazes de dar a volta ao marcador (se bem que os que equipam de verde permitiram depois a igualdade). É uma questão de crença, e isso é coisa que não temos nos tempos que correm.

Mas não é sobre isto que quero escrever. O que quero é salientar dois acontecimentos que se passaram esta jornada, e em ambos os casos, condenáveis.

Na passada sexta feira assistimos ao ridículo de um presidente que perdeu toda e qualquer razão pela maneira como discordou da equipa de arbitragem por um lance em que o único culpado foi o seu guarda redes, que sabe-se lá porquê, decidiu abordar o lance de uma forma incorreta, abalroando por completo o avançado contrário cometendo grande penalidade e como consequência levando o cartão vermelho.

Este “ataque” do presidente do Sporting fez-me lembrar há uns anos atrás André Villas Boas em Guimarães, que a quente também decidiu partir para a estupidez, tendo no entanto o discernimento e a humildade de passado um dia vir fazer “mea culpa” acerca da sua atitude. Este, passados quase três dias ainda não o fez. É tudo uma questão de formação, e enquanto AVB tem-na, a este personagem falta-a, e muito. Podemos fazer ruído, falar contra o “sistema” (até acho bem que o faça), mas existe um limite, e esse, na passada sexta foi ultrapassado e de que maneira. Mais, gostava de ter visto aquela energia toda na passada semana quando o homem do apito marca uma grande penalidade inexistente a favor do seu clube, perdoa a expulsão a João Mário e quiçá a Slimani permitindo uma reviravolta que provavelmente nunca teria acontecido.

Quando entramos numa cruzada pela justiça, temos de ter coerência. Hipocrisia não Sr. Bruninho.

Do lado oposto temos mais uma vez uma situação com o nosso clube. Ontem, em Guimarães vemos uma grande penalidade ser “escamoteada” por mão do defesa vimaranense após remate de Martins Indi. Razões portanto para não nos calarmos e darmos a mostrar a nossa indignação. Só que Lopetegui já não mora aqui, portanto o silêncio ensurdecedor da SAD ainda mais se faz notar. Este executivo está gasto, está podre e não pensem que umas meras palavras no Dragões Diário de quando em vez resolvem a situação. Nem é pela situação de ontem especificamente, é mais por um acumular de situações em que ficamos SEMPRE calados.

Era necessário aparecer uma alternativa presidencial. Será quase impossível destronar PdC, mas pelo menos a massa adepta tinha a oportunidade de lhe mostrar um cartão amarelo. Se existem rabos de palha que façam com que o nosso Presidente tenha de estar calado, e se ele gosta assim tanto do clube, que saia para que quem venha possa falar, para não sermos “comidos” como temos sido.

Se essa alternativa credível surgisse, com toda a certeza ficaria espantada com a votação que teria, pois acredito que muitos sócios estão descontentes com este entreposto de jogadores em que nos tornamos e sem capacidade de retaliação quando surgem as injustiças. Seria mesmo importante aparecer alguém que desse voz a esta revolta.

Finalizando, penso que estas duas situações atingem extremos opostos. Nem devemos cair no ridículo do exagero, nem devemos assobiar para o lado como se não fosse nada connosco. E se em relação à primeira, pouco ou nada me apoquenta, a segunda deixa-me fora de mim. Estou farto, farto, farto!

Desporto também é isto!

Num jogo muito complicado e com os nervos à flor da pele, o nosso clube levou de vencida um grupo de distribuidores de lenha em jogo dos quartos de final da Taça de Portugal.

Num jogo em que o homem do apito tudo fez para que tivéssemos sorte diferente daquela que tivemos, permitindo tudo à equipa que vestia de xadrez e nada à de azul e branco.

Num jogo em que um puto mimado por um pai que, ou muito me engano, lhe irá estragar a carreira, decidiu, depois de nada de jeito fazer no tempo que esteve em campo, cometer uma falta completamente estúpida que permitiu ao senhor do apito mostrar o tão desejado vermelho para os nossos lados, pondo-nos a jogar com menos um quase meia hora de jogo.

Num jogo nada bem jogado de parte a parte, onde se viu mais luta que classe.

Num jogo assim, com tantas coisas más, sobressaiu uma atitude de um jogador, que para mim sempre foi um exemplo dentro e fora das quatro linhas.

Falo obviamente do ENORME HELTON. Após defender a grande penalidade no último segundo que poderia ter dado o empate ao adversário e vendo que o jovem jogador (19 anos) contrário ficou visivelmente e compreensivelmente abatido dirigiu-se a ele, abraçou-o, confortou-o, mostrando uma vez mais que podes estar na mó de cima, mas manteres sempre a humildade.

Foi sem sombra de dúvida um gesto muito bonito e que ficará na retina do jogador axadrezado para sempre. Foi também uma bofetada de luva branca para todos os detratores do nosso guarda redes. Pode ter tido atitudes em tempos que foram criticáveis, mas ninguém é perfeito, e ele, merece toda a nossa gratidão pela carreira que fez com o nosso brasão ao peito.

Parabéns Helton. Tu não és grande, és ENORME!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E agora Jorge Nuno? – Parte II

Depois do jogo contra o Rio Ave tinha dito para mim mesmo que iria fazer uma pausa no blog.

Não ando com tempo nenhum para o fazer e aliado a isso o desencantamento é tão grande neste momento que tudo o que possa escrever aqui pode ser demasiado “violento” para o meu clube.

No entanto e derivado aos últimos acontecimentos apraz-me dizer que o afastamento de JL é apenas uma tentativa de fuga para a frente por parte da SAD e principalmente, do nosso Presidente.

Não é que discorde do afastamento do treinador. Deu para perceber que era muito limitado táticamente, que não conseguia levar a equipa a exibir-se em patamares elevados e, pior ainda, dá-me a sensação que nos últimos tempos perdeu por completo o controlo do plantel.

Agora o que leva um Presidente que há pouco mais de uma semana lançava umas “bojardas” contra os sócios e simpatizantes do clube a que preside por eles criticarem as exibições de um clube que liderava o campeonato, a despedir o treinador que tanto defendia?

O que leva um Presidente que todos sabemos avessos a esse tipo de situações a fazê-lo?

Para mim aplica-se aquele velho ditado do “quem tem cu, tem medo”, e Pinto da Costa sentiu nestes últimos dias uma contestação como nunca havia sentido nestes anos todos de presidência. Sentiu que os sócios querem mais que uma pessoa que só levanta a voz para criticar os próprios adeptos e assobia para o ar perante todos os outros problemas que nos afetam.

Por muito respeito, admiração e agradecimento que eu tenha (e tenho) para com ele, não justifica este marasmo em que nos encontramos.

Se na época passada fui um defensor do treinador, foi porque ele era o único a dar o peito às balas. Deixaram-no isolado com tudo nas suas costas. Nunca o apoiaram. O Presidente, outrora tão “aguerrido” na luta contra as injustiças, agora é incapaz de se mostrar e de defender o nosso clube.

Lopetegui fê-lo com garra, nunca se calando perante as injustiças, e isso eu não esquecerei.

Portanto, para mim, embora reconheça que o treinador não tinha capacidade para liderar os nossos destinos, também acho que está na hora de haver uma mudança na nossa estrutura diretiva. Aquela estrutura que tantos títulos nos deu, viciou-se em demasia e hoje (lá vou eu ter de escolher bem as palavras) pouco ou nada faz em defesa do FC Porto.

Fala-se em Vítor Baía ou António Oliveira. Não sei se dariam bons Presidentes, mas também só saberemos quando eles passarem por isso. O que eu sei é que atualmente estamos mal servidos de estrutura, e daí, urge uma mudança radical da mesma.

E agora Jorge Nuno, quais serão as cenas dos próximos capítulos?

 

E agora Jorge Nuno?

E uma jornada após termos conquistado a liderança do campeonato, voltamos a baixar para o segundo posto, depois desta derrota em Alvalade.
O que dizer do jogo? Foi um jogo interessante, com uma primeira parte com algum equilíbrio onde a diferença foi marcada pela eficácia. Enquanto nos na cara do golo vacilamos,  Slimani não vacila, e não perdoa.
Na segunda parte, quando se esperava que entrássemos com tudo para igualar, não fomos capazes de criar uma única oportunidade.
Do banco, como se esperava também não vinha nenhuma mensagem de força (trocar Aboubakar por André Silva nem sei bem o que pensar), e como tal foi um assistir da descrença a apoderar-se do nosso clube, que fez com que ainda levássemos com duas bolas nos ferros antes de sofrermos a machadada final pelo inevitável Slimani.
Em suma, perdemos e bem. Parabéns ao Sporting, foi superior e quando assim é, nada a fazer.
Palavra final para o nosso Presidente. A passada semana veio criticar os adeptos, aqueles que dão vida e mantêm o clube, aqueles que não vivem à custa do FC Porto, muito pelo contrário, porque estes assobiaram o treinador. Ficou-lhe muito mal. Quando é necessário que ele abra a boca para defender o clube nunca o faz, mas para criticar aqueles de quem ELE DEPENDE veio fazê-lo assim que se apanhou na (ténue) liderança. E agora? Depois da vergonha da derrota para a taça da cerveja, veio o perder a primeira posição do campeonato e o ver o terceiro classificado a morder- nos os calcanhares, e as exibições a piorarem semana após semana, o que vai fazer senhor Jorge Nuno? Vai fazer o que sabe fazer melhor ultimamente? Vai calar-se e assobiar para o lado? Sei que lhe devemos muito. Foi o melhor presidente da nossa história, mas tudo tem o seu tempo, e o seu deveria ter terminado há muito. Precisamos de alguém com vigor, que não se sinta comprometido para falar, de alguém que faça o que fez em tempos.
Finalizando, foi uma derrota merecida como o disse anteriormente, que caso tivéssemos treinador, não seria de todo preocupante, mas que com JL faz-me acreditar que possa ter sido o início do fim.
Vamos agora aos destaques.

Vedetas

Corona – Para mim o melhor do nosso clube. Lutou até à exaustão, fez gato sapato de Jefferson e não foi certamente por ele que perdemos.

Brahimi- Também tentou remar contra a maré, mas com tão pouca presença na área não dá para fazer milagres.

Danilo- O único que escapa naquele meio campo. É um jogador possante, que recupera muitas bolas, e ontem perante a inépcia de Rúben Neves, tentou ser ele a organizar o jogo também.

Pernetas

Rúben Neves- Não tem estado bem, e ontem voltou a não estar. Não defende a preceito, não organiza como tão bem o sabe fazer e ontem esteve particularmente infeliz no capítulo do passe.

Maicon- Mais uma vez com erros infantis, com as suas típicas paragens cerebrais, que podiam ter custado ainda mais caro ao nosso clube.

Lopetegui- Com este treinador nunca se pode esperar uma mensagem de força vinda do banco. Com o resultado em um a zero a nosso desfavor esperar-se-ia que dali viesse uma substituição que desse a entender que estávamos na luta e que iríamos lutar até à última gota de suor pela vitória. E que faz ele? Troca de pontas de lança. Foi de mestre. Pinto da Costa deve-se ter levantado a aplaudir a inteligência e perspicácia do SEU TREINADOR. O homem anda à deriva e está a levar-nos junto.

Segue-se agora a receção ao Rio Ave. Um jogo perigoso, contra uma equipa que sabe o que faz em campo e que nos obrigará a dar mais do temos dado para sairmos vitoriosos.

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