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Até os Comemos Carago

mês

março 2016

Rafa Soares

Rafa Soares, defesa esquerdo da nossa formação, que fez uma excelente primeira parte de temporada ao serviço dos B’s, e que, desde janeiro se encontra emprestado à Académica, é neste momento o jogador que melhor cruza atendendo apenas à segunda volta do nosso principal campeonato.

Este jogador, é apenas mais um produto da nossa formação, que a juntar a tantos outros poderiam e deveriam ser melhor aproveitados pelo clube.

Rafa, pelos vistos já recebeu a confirmação que irá fazer parte do plantel da próxima época, o que a ser verdade, será uma grande notícia. Precisamos de alternativas credíveis aos atuais titulares e penso que, caso Layun fique, este jovem lateral será uma alternativa a ter em conta. Se a este juntarmos Vitor Garcia para a ala direita, penso termos o problema das laterais resolvido para a próxima época, e sem despender nenhuma verba adicional.

Assim os comissionistas o permitam.

Gatunos, Ladrões , Chupistas

Nos últimos dias, ao ler algumas notícias do nosso clube só me ocorre este sketch dos Gato Fedorento.

Carta aberta ao Dragões Diário

Tanta mesquinhez por parte de uma publicação que de nada trás de novo ao clube. Sempre pensei que iriam ser uma newsletter com conteúdo e não uns paus mandados da Direção vigente.

Baía deu muito pelo nosso clube e só porque está contra os poderes instalados é alvo de critica? Digam mas é ao nosso líder para se deixar de acobardar atrás desta publicação diária e assumir-se de vez contra as arbitragens e comunicação social que nos é tão nefasta. Digam-lhe para regressar ao que já foi e que muito lhe devemos por isso, porque agora não passa de um “Rei”, sentada na sua poltrona, a ver o seu reino a ruir como um castelo de cartas. Essa sua posição vai fazer com que saia pela porta pequena.
Agora, usar este espaço para denegrir opositores do próprio clube? A Dragões Diário não deveria servir como instrumento de campanha da lista candidata às eleições.
Acreditem que já faltou mais para remover a subscrição da mesma.
PS: Eu tb não gosto de ver o Baía a falar para a CMTV, aliás, esse canal nem entra em minha casa, porque me recuso a dar-lhes audiência e também acho que ele deveria ter estado presente na AG, mas isso não me impede de o continuar a admirar pelo ENORME guarda redes que foi ao serviço das nossas cores. Tenham um bocado de decoro no futuro por favor e não aceitem servir de “capachos” ou de moços de recados.
Com os melhores cumprimentos
Pedro Sousa

Foi há um ano!

Pois é. E faz hoje um ano que um árbitro teve a “coragem” de marcar uma grande penalidade contra o atual líder do campeonato.

Não sei precisar também quanto tempo faz desde que viram um jogador seu expulso, mas também já foi há imenso tempo (penso ter sido Talisca no jogo contra o Marítimo e já nos descontos).

O árbitro que teve a desfaçatez de assinalar a grande penalidade dá pelo nome de Marco Ferreira, e não preciso dizer o que lhe aconteceu no final da época, pois é do conhecimento de todos.

Para memória futura aqui fica o lance, já que este tipo de lances contra o clube em questão estão cada vez mais em vias de extinção.

Porque mentiste Jorge Nuno?

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Como sempre ouvi dizer, a mentira tem perna curta, e neste caso era mais do que expectável que fosse descoberta rapidamente.

Depois de na última segunda feira, em plena Assembleia Geral, o nosso Presidente ter garantido aos associados presentes que não sabia quem tinha convidado e nem sequer tinha visto Vítor Serpa, diretor do pasquim “a bola”, eis que surge o próprio a confirmar que tinha mesmo sido convidado pelo FC Porto e que tinha estado à conversa com o nosso líder em plena gala.

A ser verdade, não sei porque motivos é que o nosso líder decidiu mentir à descarada aos seus sócios. Não é assim que se tratam “os seus” e foi mais uma machadada na sua imagem já de si depauperada, perante os adeptos.

Depois disto só tenho uma coisa a dizer: – Sr. Presidente, pior que ter convidado tal corja para a nossa(?) gala, foi ter convidado e depois ter mentido em relação a isso mesmo.

Shame on you Mr. President!

Por onde andaste Baía?

Quem me conhece sabe que tenho o Vítor Baía em alta consideração. Para mim foi de longe o melhor guarda redes português que eu vi em atividade a anos luz de qualquer outro e um dos melhores do mundo.

Desde há uns tempos a esta parte decidiu (e bem na minha opinião) tornar-se uma voz contestatária a esta SAD, pondo muitas vezes o dedo na ferida. O único senão que lhe apontava era o facto de o fazer num orgão de comunicação social que destila ódio a tudo o que tem haver com o nosso clube.

Só que depois de ontem, numa Assembleia Geral em que tinha tudo para brilhar e sair dali com a sua posição muito reforçada, decidiu não comparecer. Teve medo dos batedores de palmas do Presidente? Não tem coragem de o enfrentar? Seja o que for, ficou-lhe muito mal.

Deveria ter aparecido. Deveria ter dado a cara. Veria com os seus próprios olhos que não é assim tão impossível destronar o atual poder vigente, e mesmo que não fosse agora, teria marcado uma posição e ganho muitos pontos junto da massa associativa.

Como diz o ditado, “quem quer a bolota, trepa” e após a sua ausência ontem, é caso para perguntar: – Por onde andaste Baía?

Esclarecimento à Sportv

Pelos vistos os jornalistas da Sportv sofrem de Alzheimer e como tal, o até o comemos carago, decidiu avivar-lhes a memória.

O FC Porto já venceu em solo russo mais do que uma vez. A última das quais data de 14/04/2011, no sintético do Spartak de Moscovo e quem a conseguiu foi o FC Porto, por cinco bolas a dois na caminhada triunfal até à final de Dublin, onde viríamos a conquistar a Liga Europa.

Antes disso batemos o CSKA Moscovo por duas vezes (épocas 2004/2005 e 2006/2007).

Portanto, dizer que apenas na última terça feira é que foi a primeira vitória portuguesa em solo russo é faltar completamente à verdade.

Até percebo a ânsia de engrandecer outros clubes, mas façam-no com isenção.

Para que fique registado aqui fica o resumo do jogo contra o Spartak, a cores, já que as nossas conquistas europeias não foram a preto e branco.

2 anos, 6 meses e 21 dias

Dois anos, seis meses e vinte e um dias, é precisamente o tempo que o nosso clube está sem vencer nada.

Cada vez mais me convenço que iremos fazer uma travessia no deserto, intercalada com uma ou outra vitória fugaz.

Estamos a perder a hegemonia para um clube que eu nunca tinha visto ser bicampeão e que me arrisco a ver ser tricampeão e não vejo forma de inverter esta situação na conjuntura atual onde estamos mais preocupados em agir judicialmente contra os nossos, ao invés de atacar quem nos tem prejudicado e “gozado” diariamente.

Se pensam que com uma newsletter diária e com aparições presidenciais apenas quando ganhamos se resolvem as coisas, estão bem enganados. Enquanto esta situação se mantiver, podem trocar de treinador as vezes que quiserem, porque sem estrutura nada se consegue e a nossa, bem a nossa está a ruir como um castelo de cartas, cada vez mais fechada.

Parecemos o nosso maior rival interno nos anos 90, onde todos os anos trocavam de treinadores e de jogadores, mas que não tinham uma estrutura forte. Viviam do antigamente e do quanto eles tinham sido bons antes da maior parte de nós sermos nascidos.

Podemos até vencer a Taça de Portugal no próximo dia 22 de maio, mas se nada fizermos não recuperaremos nada. Continuaremos a ser os “bons rapazes” que não se queixam de nada por mais mal que nos façam.

E que mal nos têm feito!

Adeus!

Liderança mais (demasiado?) longe

Para quem ainda tinha esperanças, ontem foi a estocada final nas mesmas.

Derrota em Braga, ficamos a seis pontos do líder, a nove jornadas do fim, parece-me que é preciso mesmo ser muito crente para ainda acreditar numa reviravolta.

Quando a passada semana me diziam que o resultado ideal para o derby da segunda circular era o empate, eu sempre afirmei que o Porto não chegava lá independentemente do resultado desse jogo. Basta ver como jogam, como andam todos rebentados física e psicologicamente para suportar essa minha teoria.

Ontem até entramos bem, podíamos ter marcado e ido para o intervalo em vantagem. Não o conseguimos e depois nos segundos 45′ veio o descalabro que se começou a adivinhar ainda antes com a expulsão de Peseiro.

Sim, porque não me querendo desculpar com as arbitragens, o que eu vi ontem foi a chamada “arbitragem inteligente”. Não foi preciso marcar alguma grande penalidade contra nós, ou escamotear-nos uma (embora tenha dúvidas num lance com o Suk). Foi o cortar lances a meio campo, foi o perdoar cartões aos arsenalistas e a nós distribuir a torto e a direito, foi o lance que originou a expulsão do Peseiro que começa com um abalroamento feito a Danilo Pereira e que só não terminou em golo porque o avançado bracarense atirou ao poste.

E o que dizer da expulsão do nosso treinador? Saiu da sua área de jurisdição? Saiu. Mas JJ com este mesmo árbitro, neste mesmo campeonato chegou a estar bem dentro de campo e nada lhe aconteceu. E quantos fazem isso? Será que temos critérios diferentes para clubes diferentes?

Que raio de pergunta fui fazer. É claro que sim. Desculpem, foi estupidez minha.

Carlos Xistra veio com a lição bem estudada. Aliás, se analisarmos o que se passou este fim de semana nos dois jogos chave veremos que a lição vinha muito bem “encomendada”. Uns podem pôr em causa a integridade física do adversário que escapam impunes, outros levam cartões só por respirar.

De todas as formas, não foi só por isso que perdemos. Aliás, esta época não podemos refugiar-mo-nos nas arbitragens porque, ao contrário da última época, não é por elas que estamos onde estamos.

Como podemos ambicionar a alguma coisa se apenas temos dois centrais e de qualidade duvidosa? Como podemos ambicionar a mais se não temos alternativa a Maxi Pereira na direita (poderíamos ter Vítor Garcia, mas pouco apostam no miúdo)? E na frente? Como é possível estarmos tão mal? Suk é lutador, mas não é jogador para ser titular num clube como o nosso. Aboubakar muito prometeu, mas a montanha pariu um rato. Marega, bem Marega nem sei bem o que é.

Onde anda um jogador capaz de pautar o jogo? Onde anda um extremo na verdadeira acessão da palavra?

Tudo foi mal planeado. Levamos uma sangria de uma época para outra e não soubemos acautelar (se calhar os bons jogadores não davam muito dinheiro em comissões para os abutres), e agora iremos levar com pelo menos mais quatro anos de má gestão, porque irá tudo continuar igual, a maior parte dos adeptos continua a venerar o líder, porque ele já foi bom e lhe devemos muito, por isso podemos continuar a “ser comidos” que não faz mal.

O que interessa é venerar o “Rei”, mesmo que esse Rei vá nu.

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