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Até os Comemos Carago

mês

maio 2016

Campeões nacionais!

  
O FC Porto sagrou-se esta noite campeão nacional de basquetebol, após derrotar na final os anteriores detentores do troféu. 

Este título tem ainda mais valor, visto que, ainda na época passada disputávamos a divisão abaixo. 

Moncho Lopez e os seus atletas estão de parabéns pelo título agora conquistado. 

Agora espero que o treinador da equipa adversária tenha trazido algo para tapar o orifício que já de si deve ser enorme e que tão célebre tornou no  passado. 

Quem não se lembra desta imagem?

  
Carlos Lisboa, esta também foi para ti!

Acorda Porto!

Mais um excelente artigo do site acordaporto.com (Clicar para ler)que expõe vários pontos de vista acerca da posição de Antero Henrique na nossa estrutura, e que considero ser de leitura obrigatória.

Aliás e fazendo eco do pasquim abola de hoje, quer Antero, quer Alexandre Pinto da Costa deveriam sair e o mais rápido possível.

Não se deve desejar que pais se zanguem com os filhos, mas éramos tão mais felizes quando Alexandre andava a festejar as vitórias das papoilas ao lado do presidiário José Veiga!

Josué ou Tozé versão 2.0

Confesso que hesitei se deveria falar deste assunto. Hesitei porque para mim trata-se de um não assunto.

Josué atualmente representa o Sp. Braga. É o clube pelo qual ele tem de lutar. Ontem pode jogar e podendo fê-lo como deve ser. Com PROFISSIONALISMO.

Os coros de assobios e insultos que ouviu aquando da sua saída para mim são perfeitamente injustificados, mas aceitáveis no calor do momento.

O que eu não aceito é que após o jogo, já mais a frio ainda existam pessoas que o criticam e insultam.

Se na época passada por exemplo, defrontássemos o At. Madrid e Óliver Torres se recusa-se a jogar, ou caso jogasse, fizesse propositadamente um autogolo o que os críticos do Josué diriam dele?

Preferiam que fizesse como fez o Eusébio, que quando estava no Beira Mar afirmou que se jogasse contra o clube das papoilas e tivesse uma oportunidade de marcar, remataria para fora? Isso é que é um exemplo? É desse tipo de “homens” que querem no clube? Se é, então se calhar merecem o estado atual em que o clube se encontra.

Para esses que criticam a atitude, devem adorar jogadores como Brahimi que sempre que dá entrevistas manifesta a vontade de sair, ou de Corona que passa mais tempo em casinos e Bares do que a jogar. Esses sim é que são bons, agora jogadores que se limitam a dignificar a camisola que trazem ao peito, seja contra quem for, isso já não interessa.

Termino dizendo, que a culpa do Josué ter jogado certamente não foi dele, mas sim de quem não acautelou essa possibilidade.

Se o meu avô visse este Porto corava de vergonha

Fez na passada sexta feira nove anos que o meu avô deixou este mundo.

De todos os meus entes queridos que já partiram, ele é sem dúvida a pessoa que mais falta me faz.

Foi também com ele que aprendi a gostar do FC Porto. Amava o Porto como poucos.

Tinha uma parte da casa forrada com posteres do clube. Lembro-me de o ver colado ao rádio aos domingos a sofrer pelo seu Porto. Não raras vezes ficava enfurecido, porque praticamente todos os seus genros (meu pai incluído) eram do clube das papoilas.

Sempre me incutiu a ideia que se somos do Norte devemos torcer por quem é de cá, e não por clubes de “fora”. Nunca foi muito na onda de que o antigo regime era protetor para com os clubes de Lisboa porque a sua orientação política não o permitia (era Salazarista convicto).

Sempre me fez ver que o FC Porto era um clube lutador, que tinha sempre de lutar contra tudo e contra todos, mesmo quando não ganhava com frequência lutava e lutava muito.

Ele que na véspera de partir pediu a um dos filhos para lhe levar uma camisola do FC Porto, para que, caso no dia a seguir vencesse o jogo contra o D. Aves seria campeão nacional (o que veio a acontecer, vitória por 4-1), mas que infelizmente nunca chegou a fazê-lo já que não resistiu até à hora do jogo.

Tudo isto para em primeiro lugar, prestar homenagem a um HOMEM BOM que eu amava e amo de coração, e para dizer que se ele visse este Porto, que perdeu toda a sua centelha, passando a ser um entreposto de jogadores, que permite que jogadores na véspera de uma final falem à comunicação social dizendo que querem sair para um clube e campeonato melhor, que contrata na base de quem oferece mais comissões, certamente coraria de vergonha.

Andam a destruir o Porto, e quem anda a destruir tem rosto, tem nome e estão perfeitamente identificados.

Se esses senhores tiverem vergonha na cara, ou se demitem, ou no caso do “tacho” ser demasiado bom, que pelo menos se retratem e mudem o seu modo de agir.

Abdiquem um pouco das chorudas comissões e voltem a transformar o FC Porto naquele clube que todos nós aprendemos a amar.

Deixem de lado os interesses pessoais e lutem pelos interesses do clube que lhes paga e dá visibilidade.

Sem o FC Porto vocês não seriam nada.

Injusto mas muito bem feito!

O título pode parecer contraditório, mas foi mesmo isso que aconteceu.

Atacamos mais, rematamos mais, tivemos mais pontapés de cantos, ou seja, em condições normais poderíamos e deveríamos ter ganho.

Só que esta equipa do FC Porto comete muito erros, demasiados erros, e quando assim é não se pode almejar a ser feliz.

Inacreditável como nos vimos a perder por dois golos. Para quem andou a fazer jogos como se de uma pré época se tratasse, chegar aqui e não ter rotinas defensivas nenhumas, não ter capacidade para levar uma equipa minimamente oleada para esta final é para mim o mais grave.

Podem dizer que não foi o treinador que fez estas asneiras, mas é ele que os prepara, é ele que ensaia as rotinas, é ele que tem a obrigação de corrigir estas situações.

Não temos qualidade no centro da defesa, sei disso, mas o que aconteceu não foi só falta de qualidade, foi sim falta de brio, falta de profissionalismo e falta de saber o que é jogar com o nosso emblema ao peito.

Para além de tudo isto, o que dizer de um treinador que perde nove jogos em menos de cinco meses?

Mas nem tudo foi mau no Jamor. Hoje emergiu um jovem que, espero não venha a ser mandado embora, como muitos antes dele.

Falo de André Silva. Quando a maior parte baixava os braços ele lutava, não dava uma bola por perdida, sempre a procurar uma nesga para ser feliz. Foi assim que fez o primeiro golo, a aproveitar muito bem uma bola perdida à boca da baliza.

Foi sempre o balão de oxigénio que nos ia mantendo vivos no jogo, e foi ele, mais uma vez que aos noventa minutos num excelente pontapé de bicicleta fez o empate.

A única nódoa (se é que se pode dizer isso), foi já no último lance do prolongamento, onde teve nos pés o terceiro golo, mas hesitou, talvez fruto ainda da sua tenra idade. De todas as formas, está ali qualidade dos pés à cabeça, precisa é de continuidade e de ser apoiado.

Deste plantel, poucos ficariam por mim. Não temos muito jogadores com sentido de compromisso, com vontade de cá estar e isso reflete-se como é óbvio nos resultados.

Para além de André Silva, também gostei da atitude do plantel ao ficar no relvado a assistir à entrega da Taça aos vencedores, a contrastar com outros que ainda não há muito tempo não tiveram atitude tão digna.

Terminou a época, há que apurar responsabilidades e não é difícil de as apurar, já que estão lá todos ainda (com exceção de Lopetegui).

Se Antero Henriques é o homem forte do futebol, e se a época foi um rotundo fracasso, ele é o maior culpado desta situação.

Esperar que o homem abdique da sua ENORME fonte de rendimentos é ser lírico, mas ficar-lhe-ia bem repensar a sua postura no clube para evitar possíveis “futuros dissabores”

Pinto da Costa como presidente também não pode fugir das suas responsabilidades. Tem perdido faculdades ano após ano (pese embora os médicos digam que não) e isso nota-se.

Do treinador já falei em cima.

É preciso preparar a próxima época com cabeça, tronco e membros, sem preocupação se este ou aquele jogador, dão mais ou menos comissões, é preciso ir buscar jogadores com critério, é preciso apostar em jovens da casa que tenham a cultura Porto. É preciso aumentar a qualidade e o profissionalismo para voltarmos a ser o que éramos.

O lixo do nosso jornalismo

lixo

Hoje deparei com uma noticia num órgão de comunicação social tuga que me deixou deveras irritado. Falo da noticia cuja imagem se pode ver acima e foi colocada no site oficial da rádio renascença.

Já começa a ser ridiculo para não dizer outra coisa a subserviência que o lixo de jornalismo que se pratica no nosso país presta ao clube das papoilas.

Ora então o puto de idade duvidosa agora é mais importante que qualquer um dos outros jogadores da nossa seleção, inclusivamente Cristiano Ronaldo?

O que fez ele até agora para merecer esta importância? Eu queria ver se Fernando Santos não o convocasse. Provavelmente ainda seria afastado do comando técnico da seleção antes de iniciar o Europeu.

Nada me move contra o puto das tranças nem contra a sua convocação. Por mim até pode vir a ser o melhor jogador da prova. Que ajude a seleção do Jorge Mendes, ups, a seleção Portuguesa a atingir os seus objetivos, porque neste caso o seu sucesso é o nosso sucesso. O que tenho é contra uma espécie de jornalismo de trazer por casa que se pratica no nosso país.

Começo a achar que se quiser ver alguma notícia verídica do nosso desporto que envolva o dito clube tenho de consultar os jornais estrangeiros.

Já agora, e por falar nisso, porque será que esta noticia que abaixo reproduzo não teve igual tratamento cá em Portugal?

hoquei

Ah! Esqueçam. Esta notícia fala que o clube do manto protetor foi beneficiado contra a Oliveirense na final da Liga Europeia.

Cá só muito dificilmente se consegue ouvir ou ler as declarações de Tó Neves após o jogo.

Valha-nos a imprensa estrangeira que não presta vassalagem ao clube de Carnide.

 

Aprender com os erros

Agora que terminou o campeonato nacional 2015/2016, cumpre fazer uma introspeção do que correu mal, e foi muito.

A começar pela continuidade de Lopetegui para esta época. Confesso que até eu cometi esse erro, fruto da “mucha ilusión” da época transata em que só não fomos campeões porque Vítor Pereira e “Sus Muchachos” não nos permitiram.

Só que Lopetegui nunca conseguiu fazer o FC Porto jogar futebol, nunca passou de um estilo de jogo pachorrento, de passes atrás de passes, jogado a duas velocidades (devagar e parado), que não cativava nada.

Depois, as inúmeras saídas de jogadores titulares que obrigaram a começar tudo de novo, com a agravante dos que vieram, na sua maioria, não conseguirem fazer esquecer os que saíram.

A Direção, para mim a maior culpada desta “seca” de campeonatos tem apostado numa gestão do tipo entreposto de jogadores, fazendo entrar e sair jogadores a uma velocidade alucinante, e mais grave, sem conseguir que eles se identifiquem com o nosso ADN. Claro que existiram exceções, sendo Layún e Danilo Pereira as maiores e quiçá, únicas.

O desmembramento do plantel (já de si fraco) em janeiro.

Empresta-se um central a um clube espanhol e depois da “sacanice” feita por Maicon não se foi buscar um substituto, deixando o clube quase sem centrais. Em sentido inverso vai-se buscar jogadores como Marega e Suk que pouco ou nada trouxeram ao clube. Marega então foi dos piores erros de casting a que assisti nos últimos tempos.

O contínuo silêncio da SAD e do Presidente ao “achicalhamento” a que temos sido sujeitos pelos me(r)dia e órgãos como o Conselho de arbitragem, que tudo fazem para nos deitar abaixo sem que exista uma voz a insurgir-se contra isso.

Os jogadores, que na sua maioria pouco ou nada fizeram para alterar os acontecimentos, denotando uma falta de profissionalismos atroz e inconcebível num clube como o nosso, onde sempre fizemos da raça e do antes quebrar que torcer, os nossos maiores predicados.

Claro que não disputamos o campeonato sozinhos, e muito embora até tenhamos conseguido vencer os dois jogos contra os atuais campeões nacionais, o facto é que nunca conseguimos estar ao nível dos dois da frente.

Não considero que tenha ganho a melhor equipa, longe disso, mas venceu a que teve mais fortuna e que melhor soube aproveitar os erros contrários.

Uma palavra final para o treinador que se sagrou campeão. Confesso que gosto dele. Acho-o muito boa pessoa, coerente, afável e humilde. Ele sim, mereceu a sorte que teve. E como a sorte faz parte do jogo, não podemos dizer que tenha sido um título forjado como o da última época.

Em suma, espero que os nossos dirigentes tenham aprendido com os próprios erros e retifiquem já na próxima época sob pena daqueles 21% de votos a fazer juras de amor eterno ao Presidente (modo ironia ligado) se tornem em contestação pura e dura e se atinja um ponto em que será insustentável a continuidade deste elenco diretivo.

Os sócios e adeptos não andam a dormir, andam bem acordados e cada vez mais atentos às jogadas de bastidores e a tudo o que nos rodeia no geral.

Sensação de dever cumprido!

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Vítor Pereira, já te podes ir. Cumpriste na perfeição a tua tarefa.

Layún, és grande!

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Miguel Layún, voltou a mostrar uma vez mais o seu enorme coração.

Depois de um contacto feito pelos pais de Afonso (um menino de oito anos que sofre de paralisia cerebral) ao mexicano a solicitar uma camisola do FC Porto autografada, Layún foi mais longe. Para além de oferecer a camisola, subiu com o jovem Afonso ao relvado ontem antes do jogo com o Boavista.

Bem sei que ainda não exercemos o direito de opção sobre ele, mas se dependesse de mim ele já estaria adquirido. Foi dos poucos que esta época soube incorporar o que é ser Porto. Em campo dá tudo, e fora dele, para além de se mostrar sempre um exemplo de dedicação ao emblema que enverga, também tem estas atitudes de louvar.

Precisamos de jogadores destes no plantel para a próxima época.

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